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Martinha Vieira

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“Detesto passar fome!”

Não resisti à tentação de dar esse título a este texto, frase recolhida pelos meus ouvidos, ao passar por um grupo de estudantes de uma

maio 27, 2015 Crônica, Martinha Vieira
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Duas na tarde

  Dança vida Ai de quem não te acompanhar Dançar até que a noite recolha Nossa sombra Sonha Sonho Ai de quem não te aproveitar

setembro 11, 2014 Martinha Vieira
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Os brutos também amam

  Há dias em que a luz do sol, tão rara em Curitiba, desperta as retinas para a cena ainda não vista e o olho

agosto 29, 2014 Crônica, Martinha Vieira
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Carros, carros, carros… e agora?

Os automóveis estão invadindo A simpli(s)cidade Versos de Sérgio Sampaio, na canção “Dona Maria de Lourdes”, de 1973. Sim, os automóveis estão aí. Invadindo as

abril 28, 2014 Crônica, Martinha Vieira
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Uma pequena alegoria pela liberdade

Que nada nos defina. Que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância. (Simone de Beauvoir)   Certa vez, num passado muito,

março 10, 2014 Cultura, Martinha Vieira, Sociologia
flim 0

Eu vi!

Ufa! Essa é a sensação primeira quando termina uma semana de programação intensa, como a que fizemos no Medianeira, e que temos feito desde 2010

outubro 30, 2013 Flim, Martinha Vieira
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Passarinho de papel brilhante

Manhã de domingo, de um sol generoso, Largo da Ordem, muita gente passando, se espremendo entre as barracas de artesanato, aquele rumor de pessoas, raios

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Lamentável, “Excelência”!!!

Tarde de sábado, e um pequeno incidente no supermercado: uma “simples funcionária”, atendente de caixa, sem imaginar “com quem estava falando” ousou enfrentar um senhor,

junho 24, 2013 cidade, Educação, Martinha Vieira
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De palavras, de tempo e de tempero

Ainda que falte assunto, ainda que faltem as palavras, não poderiam faltar provocações. Se a provocação acontece, tudo pode acontecer. Trata-se de um domingo cinzento,

matisse 2

Loucura, a cura

  “E os que foram vistos dançando, foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.” (Nietzsche)   Não é meu objetivo abordar

abril 08, 2013 Crônica, Martinha Vieira
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